Ela sabia que não era capricho e tinha guardado aquele beijo para dá-lo inteiro, não necessariamente na hora certa. Queria sentir o gosto do improvável, do inesperado por puro prazer, por saudade. Quase um ritual. Ela queria tanto, mas sentiu-se perdida, confundiu-se... e decidiu que recuar seria o mais sensato. Guardaria aquele gosto na boca até que a tempestade passasse, até que seus ouvidos se desacostumassem àquelas palavras que a faziam sentir-se a melhor pessoa do mundo. Dissera uma vez que era igual vampiro: só entraria se fosse convidada... e não fora.
Mas ainda assim teria para sempre aquelas coisas que eram somente suas e que lhe arrancavam sorrisos nas horas mais improváveis.

E chega...
Eu toh parando por aqui!
Chegaaaaa.
Por hj é só pessoasl!

Bjookas
Não toh aceitando os coments aqui, mais estou recebendo todos por email, obrigado!

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