Absolutamente nada!
Nada de novo sob o sol e eu não sei como se escolhe, se sequer é optável, mas agora eu não sinto nada. Se me sentar aqui no calor do terraço da usina que ficou depois que o sol baixou eu esqueço e se levantar não lembro mais e definitivamente eu quero lembrar. Eu quero poder ter certeza de que se foi. Eu quero poder sentir essa incerteza e poder me livrar dela sempre que quiser, trancando atrás das portas velhas um ou dois passados. Não os meus passados. Os meus eu não conheci.
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