Ela prometeu não mais criar expectativas mas ali estava novamente aquele sorrisinho no canto da boca... Dessa vez bem que podia ser diferente, afinal a situação era totalmente inusitada e cabia somente a ela acompanhar ou não o ritmo. Decidiu que tentaria. Não queria guardar suas asas (e talvez nunca mais fizesse isso), queria abri-las, queria a leveza de sentir-se dona da situação, dona do seu próprio rumo. "Nada de atropelos e esperanças vãs", pensou. Começou então a quebrar as correntes que a amarravam aos velhos conceitos. Libertar-se para prender-se ao novo: era essa a idéia que lhe parecia deliciosa...


Que a gente consiga sempre abrir as janelas do peito para que entre o novo. E que as nossas canções sejam eternas.

"Eu quero ver feliz quem andar comigo..."

Victor e Leo - Jogo Da Vida

Ela estava linda
Em plenitude infinda
Foi a primeira vez que a vi

Era madrugada
Era quase manhã raiada
E eu ainda estava ali

Se fosse pra te deixar, te deixaria dentro de mim
Se fosse pra te esquecer, te esqueceria
Só pra lembrar outra vez e ficar assim, como se nada
fosse ruim
Tudo é tão bom entre você e eu

Refrão:
No jogo da vida
O que acontece gira em torno dos pontos que você me
deu



Ei, estou a te "morcegar". rs

Um comentário:

Anônimo disse...

Olá
Curti seu blog, principalmente esse último post que fala sobre quebrar as correntes de velhos conceitos e abrir-se ao novo!

Beijos!