Alguém, na vida de ninguém.

Eu sou simples... o dia que você olhar nos meus olhos com tranquilidade, você vai ver. Um dia...
Essa mulher não gosta de apressar as coisas, mas sempre parece apressada demais. Já sofreu demais por demonstrar aos outros o que sentia. Será que ela é a única que se sente assim? Já se envergonhou por gostar e isso é inaceitável. Como pode ser que alguém se feche assim para o mundo?

E é assim que ela vai tentando postar algo... tentando, tentando . Vai colocando pensamentos desconexos um atrás do outro e rezando para que faça sentido. Vai ouvindo músicas e tentando encontrar inspiração nelas. Juntando imagens. Juntando sensações (e essas são tantas). Tentando escapar da montanha russa. Tentando resistir ao medo. Tentando se agarrar a esperança, essa louca que abusa da paciência dos mortais.

E entre "eu quero a sorte de um amor tranquilo" e "na verdade, hoje, tudo o que eu precisava era dormir de conchinha contigo" vai saindo um texto meio torto, quase infantil. Entre poemas e promessas, ela vai tentando sobreviver. Passando pelos dias... mais um dia... mais um dia... e esperando... porque é tudo o que pode fazer nesse momento.

Felicidade completa seria se assim fosse, mais como ainda não encontrei meu par (ou encontrei, sei lá...) eu fico aqui...esperando.

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